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REDAÇÃO SOBRE DESIGUALDADE SOCIAL:
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Folha de Redação 01 sobre Desigualdade Social
Página em formato A4 com 30 linhas. Apresenta campos para preenchimento da identificação do aluno e do professor, além da turma, turno e data da atividade. |
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Folha de Redação 02 sobre Desigualdade Social
Esta é a mesma página em formato A4 com 30 linhas, com uma pequena modificação na apresentação dos campos de aluno, professor, turma, turno e data. Os campos do cabeçalho são editáveis. Se você é professor e pretende aplicar esta atividade em sala de aula, pode inserir dados digitados nos campos antes de imprimir as cópias para os alunos. |
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Folha de Redação 03 sobre Desigualdade Social
Outro modelo em formato A4 com 30 linhas, que tem um cabeçalho mais flexível. Os campos do cabeçalho são editáveis. |
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Folha de Redação 04 sobre Desigualdade Social
Folha em formato A4 que contém algumas instruções no rodapé, transcritas de uma folha de prova de redação do ENEM. Os campos do cabeçalho são editáveis. |
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Agora veja a redação sobre desigualdade social que preenche as quatro folhas apresentadas:
A Constituição Federal de 1988 promete igualdade para todos os brasileiros. No entanto, a persistência da desigualdade social mostra que essa promessa ainda não se concretizou na prática. Isso ocorre porque o respeito aos direitos humanos não pode depender do "bom senso" ou da bondade individual, mas sim de leis rígidas que obriguem a justiça. Nesse contexto, é preciso analisar como a falha da moral individual e a necessidade de proteção legal são fundamentais para combater as disparidades no país.
Em primeiro lugar, é um erro acreditar que a empatia das pessoas, sozinha, resolveria a desigualdade. Historicamente, grupos em situação de privilégio raramente abrem mão de suas vantagens por vontade própria. Segundo o conceito de "Contrato Social" de Thomas Hobbes, o ser humano precisa de leis e de um Estado forte para organizar a convivência, pois, sem regras, prevalece a vontade do mais forte. Dessa forma, esperar que a sociedade se torne justa apenas pela consciência de cada um é utópico; a lei existe justamente para garantir o direito de quem a maioria, muitas vezes, escolhe ignorar.
Além disso, as leis protetivas funcionam como um escudo necessário para grupos vulneráveis. Quando existe uma legislação específica, como a Lei Maria da Penha ou as cotas, o direito deixa de ser um "favor" e passa a ser uma obrigação. Nesse sentido, a eficácia dessas garantias legais reside no fato de que elas não dependem de alguém ser "bom" ou "ruim", mas sim do cumprimento da norma técnica. Logo, fortalecer o sistema jurídico é o único caminho seguro para garantir que a desigualdade seja combatida de forma objetiva, punindo quem desrespeita o próximo e protegendo quem mais precisa.
Portanto, para combater a desigualdade, o foco deve estar no fortalecimento das instituições. O Governo Federal deve investir mais verbas na fiscalização das leis já existentes e no apoio às Defensorias Públicas. Essa ação deve ser feita por meio de concursos para mais defensores e da criação de canais de denúncia mais acessíveis em áreas pobres. O objetivo é garantir que a justiça alcance a todos, independentemente da vontade alheia. Assim, a igualdade deixará de ser apenas um texto na Constituição e se tornará uma realidade garantida pelo Estado.
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